Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área Programática - CAP 2.1

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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Prefeito promete profissionais e equipamentos para o Hospital Muncipal Jesus

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, e o secretário municipal de Saúde, Carlos Eduardo de Mattos, visitaram nesta terça-feira, dia 10, as instalações do Hospital Municipal Jesus (HMJ), em Vila Isabel. Na unidade, que é referência em pediatria na cidade, os gestores conheceram as instalações e ouviram dos profissionais as principais demandas para melhorar o atendimento no local. De acordo com direção do HMJ, há atualmente cerca de 250 crianças na fila aguardando cirurgia no hospital, déficit na equipe de enfermagem e falta de equipamentos.

"Gostamos muito do que vimos aqui. Profissionais competentes, trabalho de excelência. Mas está faltando profissionais. O quadro de enfermagem está defasado. Vamos buscar os recursos para essa recomposição. Fizemos cortes em outras áreas, chamamos professores e agora chamaremos enfermeiros e técnicos de enfermagem," afirmou o prefeito. Ele acrescentou que, além da equipe de enfermagem, também estará na lista de prioridades a aquisição de um novo equipamento de Rx. Hoje, o hospital, que possui seis salas cirúrgicas, está operando com apenas quatro por falta de profissionais. Para resolver a questão, são necessários mais 54 técnicos de enfermagem e 15 enfermeiros.


Inaugurado em 30 de julho de 1935, o HMJ é referência em especialidades pediátricas, ambulatoriais e cirúrgicas, tem 80 crianças internadas e atende a uma média de quatro mil crianças mensalmente. O hospital é certificado como hospital de ensino e pesquisa pelos ministérios da Saúde (MS) e da Educação (MEC) e conta atualmente com cerca de 700 profissionais.

Só no ambulatório são atendidas pelo menos 100 crianças por dia nas mais diversas especialidades pediátricas, como cardiologia, dermatologia, endocrinologia, gastroenterologia, pneumologia, nefrologia, homeopatia e neurologia, além das crianças portadoras de alergia alimentar, diarreia persistente e portadores de asma grave.

A unidade também é referência para Aids Pediátrica, Patologia Neonatal Cirúrgica, patologias neurocirúrgicas neonatais, Programa Recém-Nato Exposto ao HIV, Odontologia para pacientes especiais e Ortopedia (pé torto congênito e luxação congênita do quadril). O hospital também atende crianças e adolescentes vitimas de violências sexuais.

Fonte: SMS RJ

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

VACINA CONTRA HPV JÁ ESTÁ DISPONÍVEL PARA MENINOS NAS UNIDADES DE ATENÇÃO PRIMÁRIA

Já está disponível, em todas as unidades de Atenção Primária do município do Rio (clínicas da família e centros municipais de saúde), a vacina contra o vírus HPV para meninos na faixa etária de 12 a 13 anos. A expectativa da Secretaria Municipal de Saúde é imunizar em torno de 8 mil meninos por mês, totalizando mais de 97 mil até o fim de 2017. Outra vacina incluída a partir deste ano no calendário de vacinação e já disponível na rede municipal protege contra a bactéria da meningite tipo C e é voltada para adolescentes de ambos os sexos, também na faixa etária dos 12 aos 13 anos.

O Brasil é o primeiro país da América do Sul e sétimo do mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunizações. Para as meninas, a vacinação contra o vírus – atualmente voltada para as garotas de 9 a 14 anos – começou em 2014, quando foram aplicadas 231.641 doses. Para os meninos, a imunização começa na faixa etária de 12 a 13 anos e será ampliada gradativamente até 2020, quando estarão incluídos os garotos de 9 até 13 anos. A definição da faixa etária visa proteger os adolescentes antes do início da vida sexual e, portanto, antes de terem contato com o vírus, garantindo assim maior eficiência da imunização.

O esquema vacinal contra o HPV para os meninos é de duas doses, a serem aplicadas num intervalo de seis meses. Portadores do vírus da Aids terão um esquema diferenciado e, para isso, os pais precisam apresentar no posto de vacinação a prescrição de seu médico, para que seja feito o acolhimento indicado. O principal objetivo da vacinação dos meninos é a prevenção dos cânceres de pênis, garganta e ânus e das verrugas genitais, diretamente relacionados ao HPV, além de reduzir a transmissão do vírus para as parceiras, colaborando assim com a redução do câncer de colo de útero nas mulheres.

A vacina disponibilizada é a quadrivalente, a mesma já oferecida para as meninas, e que protege contra quadro subtipos do vírus (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia para aqueles que seguirem corretamente o esquema vacinal. Para a produção da vacina contra o HPV, o Ministério da Saúde promoveu Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o Butantan.

Até 2018, a produção da vacina HPV deverá ser 100% nacional. Já a vacina Meningo C, também incluída no calendário de vacinação do adolescente este ano, tem como principais objetivos reduzir o número de portadores da bactéria em nasofaringe e garantir reforço na imunidade dos adolescentes que foram previamente imunizados na infância.

O esquema vacinal prevê dose única na faixa etária de 12 a 13 anos, e a previsão da Secretaria Municipal de Saúde é de que cerca de 193 mil adolescentes de ambos os sexos sejam imunizados em 2017.

Fonte: SMS RJ 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

PREFEITURA TREINA EQUIPES DAS UNIDADES DE SAÚDE PARA TRATAMENTO DAS ARBOVIROSES

A Secretaria Municipal de Saúde fez nesta quarta-feira, 4 de janeiro, treinamento para reforçar os protocolos clínicos para diagnóstico e tratamento das arboviroses – dengue, zika e chikungunya. 

O trabalho faz parte dos esforços da Prefeitura do Rio para preparar a cidade para o risco de uma epidemia de chikungunya, com a possibilidade de a metade da população carioca ser infectada. 

Participaram do treinamento cerca de 300 profissionais, entre direções gerais, médicos e de enfermagem da rede hospitalar, coordenadores de policlínicas. clínicas da família e centros municipais de saúde, que têm prazo até o dia 31 de janeiro para transmitir as informações para as equipes de suas unidades e capacitá-las para a correta identificação, cuidados e notificação das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. 

Material técnico com os sintomas típicos e atípicos da chikungunya, estudos de casos ocorridos em todo o Brasil e os protocolos clínicos do Ministério da Saúde foi preparado pela Subsecretaria de Atenção Hospitalar, Urgência e Emergência e distribuído aos diretores das unidades, para ser replicado para suas equipes. 


O modelo do Cartão de Acompanhamento de Arboviroses, que está sendo implantado em toda a rede, também foi distribuído e deverá ser preenchido com a evolução dos pacientes pelos médicos que fizerem o primeiro atendimento – nas emergências ou unidades de Atenção Primária – e pelos que fizerem o acompanhamento ambulatorial na Atenção Primária. Toda a rede estará preparada para o diagnóstico e para o possível aumento de demanda com a ocorrência da epidemia e, em caso de necessidade, serão montados polos de hidratação. 

Atenção especial será dada ao acompanhamento das gestantes e dos recém-nascidos, uma vez que o vírus da chikungunya pode ser transmitido verticalmente da mãe para o feto. Isso requer cuidados específicos com o bebê, que pode apresentar complicações dias após o nascimento. As 12 maternidades da rede municipal – que também tiveram representantes treinados – estão alertadas e informadas nos protocolos assistenciais necessários a serem adotados.


 Crianças, principalmente até os 12 anos, que podem apresentar sintomas atípicos, também deverão ter atenção reforçada para o diagnóstico e tratamento da virose. A integração da Atenção Primária com a rede de urgência e emergência é um dos pontos-chaves da estratégia de combate à epidemia de chikungunya. Um panorama das arboviroses na cidade foi apresentado durante o treinamento pela Superintendência de Vigilância em Saúde, da Subsecretaria de Atenção Primária. 

No caso da dengue – a primeira das três arboviroses a surgir no país – o acompanhamento vem sendo feito desde 2000, com experiências acumuladas pelas epidemias dos anos de 2002, 2008 e 2012. Nos casos de zika e chikungunya, o município do Rio faz o acompanhamento dos casos desde 2015, antes mesmo dos alertas do Ministério da Saúde para as complicações resultantes dessas doenças.

Relatos de casos de chikungunya acompanhados pela Vigilância em Saúde e que agravaram devido à não identificação da virose no primeiro atendimento foram apresentados aos diretores dos hospitais, como exemplos da importância da atenção aos sintomas e da notificação epidemiológica dos casos. Por se tratar de doença nova no país e cujos sintomas iniciais podem ser confundidos com diversas outras viroses – inclusive com a dengue e a zika – a atenção aos sinais e aos algoritmos assistenciais é fundamental e a condução dos cuidados dentro dos protocolos técnicos preconizados pelo Ministério da Saúde pode evitar a letalidade da doença.

Foto: Roberto Raposo

Fonte: SMS RJ

Prefeito comanda ação de combate ao mosquito Aedes aegypti na Rocinha

A Prefeitura do Rio realizou, na manhã desta quarta-feira (04/01), uma ação de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em imóveis localizados na Rocinha, na Zona Sul da cidade. O prefeito Marcelo Crivella, acompanhado dos secretários municipais de Saúde e de Conservação e Meio Ambiente, Carlos Eduardo e Rubens Teixeira, comandou a ação e visitou imóveis na comunidade para informar aos moradores da importância de combater o mosquito.

Os Agentes de Vigilância em Saúde vistoriaram as residências para eliminar ou tratar com aplicação de larvicidas possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti nos locais visitados. Eles orientaram os moradores sobre os cuidados necessários de combate ao mosquito.

Na Via Ápia, em um dos acessos à Rocinha, Crivella jogou capoeira com o Grupo Acorda Capoeira, que se apresentava no local e falou das ações municipais para combater o mosquito Aedes aegypti :

- Estamos tendo várias ações de combate ao mosquito. Fizemos um protocolo clínico com os principais sintomas e tratamentos, além do acompanhamento do desenvolvimento da doença, para mostrar aos nossos médicos e técnicos de enfermagem. Nossa preocupação é total. O principal foco é água parada na casa das pessoas. Na média, no nosso município 80% dos mosquitos encontrados até hoje estão dentro de água. Essa água que fica, por exemplo, atrás da geladeira como encontramos em um das casas que visitamos é um risco tremendo.

Cerca de 80% dos focos do mosquito está no ambiente domiciliar (dentro ou ao redor dos imóveis), o que mostra que o combate ao Aedes aegypti é um dever de todos. A participação da sociedade é fundamental. Os cariocas devem verificar e eliminar os possíveis criadouros dentro de suas casas, evitando jogar lixo em locais inadequados, onde os detritos possam acumular água e propiciar o surgimento de focos do mosquito. Esses simples cuidados não dependem da presença do agente de vigilância em saúde e podem ser adotados por todas as pessoas diariamente.

A Prefeitura do Rio instituiu estado de alerta contra a possibilidade de uma tríplice epidemia de arboviroses (dengue, zika e chikungunya). Decreto publicado no Diário Oficial do Município do dia 1º de janeiro estabelece ações de prevenção, controle da prevenção, orienta a prática assistencial, integra recursos municipais no enfrentamento e dá outras providências.

O secretário municipal de Saúde, Carlos Eduardo, disse que o combate ao mosquito é uma ação de união de forças e que as campanhas de conscientização são importantes porque a maioria dos focos está dentro das residências:

- Temos que fazer essas campanhas de conscientização porque 82% dos focos vivem dentro dos domicílios e 18% na comunidade, no lixo abandonado. Então, é importante conscientizar a população para cuidar desses focos. O poder público e a população devem se juntar em uma ação multifatorial para combater o lixo nas comunidades e fazer campanhas educativas.

As ações de combate ao vetor são rotineiras e realizadas pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) em toda a cidade durante todo o ano, mesmo nos meses de inverno, quando é menor a reprodução e circulação do inseto e, consequentemente, a incidência das doenças. Para este verão, os trabalhos já estão reforçados.

- Temos que continuar o trabalho de visita às comunidades e orientar a população porque o mosquito está aí e o clima é extremamente favorável. O importante é chegarmos antes da doença e é isso que estamos fazendo – destacou o secretário de Saúde.

O último Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), realizado em outubro, manteve o baixo índice de infestação predial (IIP), equiparando ao menor já registrado na história da cidade: 0,8%. O resultado mantém o município na faixa verde, que representa baixo risco para ocorrência das infecções transmitidas pelo vetor. No entanto, algumas regiões da cidade já apresentam aumento de vetores. Um novo levantamento já está sendo realizado pela SMS.

Moradora da Rocinha há 41 anos, a dona de casa Antônia do Nascimento, de 63 anos, nunca teve nenhuma das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti e garante que vigia sua casa e de seus vizinhos:

- Lá em casa esse mosquito não tem vez. Cuido de cada canto. Quando vou à casa de alguém e vejo uma água parada vou logo falando pra limpar e não deixar daquela maneira. Tenho um filho especial e meu cuidado é ainda maior. Acho que a melhor forma de combater o mosquito é o boca a boca.

O município do Rio conta com cerca de três mil agentes de vigilância ambiental em saúde, que estão diariamente nas ruas atentos a quaisquer situações em seus territórios - áreas públicas ou imóveis vistoriados - que possam representar agravos à saúde da população local, especialmente em relação a reservatórios de água que possam ser potenciais focos do mosquito. Além das visitas de rotina aos imóveis, também são vistoriados com regularidade praças, parques, clubes, depósitos públicos, estacionamentos, estádios, terrenos baldios, entre outros locais. Pedidos de vistorias podem ser feitos pelo telefone da Central de Atendimento da Prefeitura, pelo número 1746.

Fonte: SMS RJ 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Novo secretário de Saúde doa sangue e alerta a população para os riscos das arboviroses

O novo secretário municipal de Saúde, Carlos Eduardo Mattos, esteve na manhã desta segunda-feira, dia 2 de janeiro, doando sangue no Hemorio. Em sua primeira agenda como secretário, ele atendeu a um chamamento do prefeito Marcelo Crivella e fez a doação junto com outros secretários municipais. Na ocasião, falou sobre a importância de manter os estoques de sangue em dia para salvar vidas e de novas ações para a saúde municipal, como a contratação de especialistas para redução da fila do sistema de regulação (Sisreg) e dos cuidados com as arboviroses, em especial a chikungunya. "Temos que combater o mosquito, pois 82% dos focos estão nos domicílios, mas também não podemos descuidar das comunidades, de lixos, pneus e garrafas acumulados. O importante é a população saber que estamos sob ameaça de arboviroses, principalmente a chikungunya", esclareceu o secretário.

Fonte: SMS RJ

domingo, 1 de janeiro de 2017

Parabéns e muitas felicidades aos aniversariantes do mês de JANEIRO



Parabéns e muitas felicidades aos aniversariantes do mês de JANEIRO:

Um lindo dia!

O dia do seu aniversário é o dia mais bonito do ano!

Mais um ano passa e vamos cantar 'Parabéns pra você!" para celebrar tantas alegrias.

Que cheguem os presentes de uma vida linda, e mesmo com a aparição dos desafios, que você seja forte para enfrentá-los sempre de cabeça erguida!

Parabéns e muitos anos de vida!

01/01 - Genaro Mannarino - CGA
02/01 - Cecília Helena - DVS
09/01 - Eliezer Joaquim - MOTORISTA
12/01 - Patricia Canto Ribeiro - COORDENAÇÃO
17/01 - Maria do Carmo - VETORES
21/01 - Silvia Araujo - CGA
22/01 - Sebástian Freire - DAPS
23/01 - Carmen Lúcia - DAPS
24/01 – Sergio Zoroastro - CGA

Infográfico

13 Unidades de Saúde
em nossa unidade.
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