Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área Programática - CAP 2.1

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segunda-feira, 9 de abril de 2018

CAP 2.1 vem ampliando as ações de abordagem sobre a Hepatite A na Rocinha

Com o intuito de promover saúde e prevenir novos casos, a CAP 2.1 vem ampliando as ações de abordagem sobre a Hepatite A na Rocinha. Embora não tenha vivenciado uma situação de surto como no Vidigal, a comunidade - que tem um longo histórico de ocorrência da doença - apresentou um pequeno aumento no número de casos nos meses de Janeiro e Fevereiro, exigindo, assim, a intensificação das medidas.

Entre as ações que estão em execução, destacam-se: a distribuição de informe comunitário e folder informativo; distribuição de hipoclorito de sódio e orientação sobre o uso para tratamento da água de consumo; reuniões técnicas locais para análise de situação, busca ativa de crianças não vacinadas, reunião temática com os conselhos gestores das três unidades de atenção primária do território, promoção da saúde através da Rede de Adolescentes Promotores da Saúde (RAP da Saúde) e de mídias sociais locais.  

A Hepatite A geralmente se manifesta com o surgimento da febre, pele e olhos amarelados, dor abdominal, mal estar, falta de apetite, fezes esbranquiçadas, urina escura (“cor de coca-cola”), náuseas e vômitos. Em crianças é comum a presença da diarreia. Os alimentos e bebidas mais propensos a estarem contaminados com a vírus, são: mariscos, frutas, vegetais, gelo e água. Recomendamos que todas as pessoas que apresentarem sintomas procurem a sua unidade de saúde de referência.

No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda a vacina de hepatite A na rotina para crianças de 15 meses até menores de 5 anos. A vacina está disponível em todas as unidades de atenção primária do município do Rio de Janeiro. Esse é o principal mecanismo de prevenção, mas que deve ser acompanhado das medidas de higiene, como: 

consumir água tratada (em caso de desabastecimento ou água imprópria, utilizar hipoclorito de sódio 2,5% ou ferver a água para consumo); 
cozinhar bem os alimentos ou realizar lavagem e desinfecção com hipoclorito de sódio 2,5% ou solução de água e cloro (1 colher de água sanitária para um litro de água) daqueles alimentos que são comidos crus; 
Lavar sempre as mãos antes de preparar os alimentos; antes e após as refeições; a cada troca de fralda; ou manipulação de fezes ou lixo;
Realização  de higiene, desinfecção de objetos, bancadas e chão utilizando-se hipoclorito de sódio 2,5% ou água sanitária, sobretudo em instituições como creches. pré-escolas e outras;
A água mineral deve ter origem idônea, rotulagem completa e lacre da tampa inviolável.

Leia mais aqui:

Para mais informações:

segunda-feira, 12 de março de 2018

Saúde reforça orientações sobre conjuntivite






A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva, a membrana fina e transparente que reveste a parte branca dos olhos e o interior das pálpebras. Pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou por reações alérgicas. É uma doença muito comum principalmente nos meses de verão, pois a umidade e o calor favorecem a disseminação do vírus, e também na primavera, devido ao contato com os pólen das flores.

 Os principais sintomas da conjuntivite são olhos avermelhados e lacrimejantes, sensação de corpo estranho ou areia no olho, coceira e inchaço nas pálpebras. O paciente também apresenta dificuldade de abrir os olhos e maior sensibilidade à claridade e, por isso, o uso de óculos escuros ajuda a diminuir o desconforto. Em alguns casos pode apresentar uma secreção purulenta.

 O contágio se dá principalmente pelo contato de objetos contaminados com os olhos. Por isso não se deve compartilhar lençol, fronha, toalhas ou maquiagem com outras pessoas. Também se deve evitar o uso frequente de lentes de contato sem limpeza, a exposição a poluentes ou produtos químicos que possam causar alergia, a permanência em locais com aglomeração de pessoas e, principalmente, coçar os olhos com a mão suja.

 Na manifestação de algum dos sintomas, a recomendação é procurar a unidade de saúde mais próxima de sua residência, como as clínicas da família ou centros municipais de saúde. O paciente pode ser afastado de suas atividades habituais por orientação médica, evitando assim o contato e a transmissão para outras pessoas.

Confira a nota da Secretaria Municipal de Saúde RJ sobre a #conjuntivite, aqui 👉🏽 bit.ly/2owBREd 

Febre Amarela

Tem dúvidas sobre a febre amarela? A Secretaria Municipal de Saúde separou alguns mitos e verdades sobre a doença para esclarecer algumas informações. Confira e compartilhe!

Veja também:
- Tomar própolis ajuda a afastar o mosquito que transmite a febre amarela? http://bit.ly/2oYD6eZ
- Os macacos não transmitem a febre amarela? http://bit.ly/2HkqnLj
- Quem toma a vacina pode pegar febre amarela? http://bit.ly/2DjUhNe



Fonte: SMS RJ

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Secretaria de Saúde reforça chamada para vacina contra a febre amarela

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) chama os cariocas que ainda não se vacinaram contra a febre amarela a comparecerem às clínicas da família ou centros municipais de saúde para se protegerem contra a doença. A campanha de vacinação, que terminaria na véspera do carnaval, foi prorrogada por tempo indeterminado mas, depois de um período de corrida aos postos, pouca gente tem ido se vacinar.

Este ano, 952.745 doses da vacina foram aplicadas no município do Rio. Somando-se à população imunizada nos anos anteriores, já são 3.863.894 pessoas protegidas contra a doença, o que dá uma cobertura de 71,5% da população alvo da vacina – pessoas de nove meses a 59 anos de idade. A dose usada na campanha continua sendo a fracionada.


O problema é que nas últimas semanas a demanda da população pela vacina – depois da correria motivada pela divulgação de casos e mortes pela doença no estado – caiu consideravelmente. Em 27 de janeiro, dia D de mobilização, foram 200.874 doses aplicadas no município. Na antevéspera do carnaval, dia 8 de fevereiro, 21.664. Já na última sexta-feira, dia 16, apenas 6.098 pessoas foram a algum posto se vacinar.

 A vacina da febre amarela é ofertada em 232 unidades de saúde do município e é a melhor medida de prevenção contra a doença. Embora na cidade do Rio de Janeiro não haja casos da doença, nem em macacos e nem em seres humanos, o vírus está presente em municípios vizinhos e, nesta época do ano, a ocorrência da doença costuma ser mais constante.

 A vacina da febre amarela é feita com vírus vivo e tem contraindicações importantes para bebês até oito meses e pessoas que tenham quadro de imunodeficiência por doença ou tratamento. Mulheres que estejam amamentando crianças menores de seis meses devem buscar orientação com seu médico ou o pediatra do bebê.

 Também há restrições para idosos, gestantes e pessoas com alergia grave ao ovo. Por isso, em regiões sem a presença do vírus em circulação, como a cidade do Rio atualmente, a vacina não é indicada para essas pessoas. Para que sejam vacinados nas condições epidemiológicas atuais da cidade, é então imprescindível a apresentação de atestado médico por escrito. Caso haja alteração nas condições epidemiológicas do município, essa recomendação poderá ser revista com base nos devidos critérios técnicos.

Fonte: SMS RJ

Eu não transmito FEBRE AMARELA



Fonte: SMS RJ

Hepatite A


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