segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Dia Nacional de Combate ao Fumo

O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a principal causa de morte evitável em todo o mundo. 

A OMS estima que um terço da população mundial adulta - cerca de 1 bilhão e 200 milhões de pessoas, entre as quais 200 milhões de mulheres, tenha o hábito de fumar. Estima-se que aproximadamente 47% dos homens e 12% das mulheres do mundo fumem.

 "Entre as inúmeras doenças que o tabagismo pode provocar estão câncer, enfisema pulmonar, derrame cerebral e problemas cardiovasculares", alerta o cardiologista do Hospital VITA Batel Mario Sergio Cerci. Segundo o médico, no Brasil, cerca de 200 mil mortes/ano são decorrentes do tabagismo.

A nicotina contida no cigarro é a droga psicoativa que mais causa dependência, elevando o ritmo cardíaco e a pressão arterial. 

"O hábito de fumar é responsável por mais mortes do que todas as outras drogas psicoativas juntas", destaca o cardiologista.

Tratamento - Hoje existe medicamento específico para tratar o tabagismo, como o de medicamentos (adesivos e chicletes) que contêm nicotina, e a ingestão da substância vareniclina, que é competidora da nicotina e adere ao receptor da mesma forma, impedindo a ação da mesma e diminuindo o grau de dependência do fumo com o seu uso. 

Os efeitos nocivos do fumo são causados pelas substâncias nocivas como o alcatrão e a nicotina. Esta última é absorvida pelo organismo, chegando rapidamente ao sistema nervoso central, agindo como estimulante.

Quer parar de fumar? 
Então, clique aqui: http://migre.me/uNZlq e veja uma lista com todas as unidade de saúde municipais que oferecem tratamento para você a parar de fumar.

Dia da visibilidade lésbica chama a atenção para sexualidade e saúde integral das mulheres

O dia de hoje, 29 de agosto,  marca as celebrações do Dia Nacional da Visibilidade Lésbica. A data chama atenção para questões especificas como a violência, preconceito e respeito aos direitos sexuais e reprodutivos de mulheres lésbicas e bissexuais. Na saúde, a Política Nacional de Saúde Integral da População LGBT, instituída pelo Ministério da Saúde em 2011, tem como meta estimular e orientar as demais políticas de saúde para o respeito às especificidades e necessidades da população LGBT dentro do Sistema Único de Saúde (SUS).

Entre as ações voltadas à saúde das mulheres lésbicas e bissexuais implementadas pelo Ministério da Saúde merecem destaque a realização do Seminário Nacional sobre a Atenção Integral à Saúde das Mulheres Lésbicas e Bissexuais, que recomendou aos profissionais de saúde estratégias e ações para aperfeiçoar a qualidade da atenção integral oferecida a essa população; e a campanha publicitária “Cuidar Bem da Saúde de Todas. Faz Bem para as Mulheres Lésbicas e Bissexuais. Faz bem para o Brasil”.  

Lançada no ano passado, a campanha buscou sensibilizar trabalhadores e profissionais de saúde para ofertar atendimento qualificado e que considere as necessidades específicas dessas mulheres, de modo que elas se sintam acolhida nos serviços de saúde.

Para conhecer os materiais dessa campanha acesse www.saude.gov.br/saudelgbt

 Uma das queixas mais recorrentes feitas por usuárias lésbicas e bissexuais nos serviços de saúde diz respeito à crença de que, por não manterem relações sexuais com homens, estas mulheres possam estar menos propensas a doenças como cânceres de mama e colo de útero, o que pode fazer com que a prevenção dessas doenças seja negligenciada. Daí a importância de promover ações em prol da promoção dos direitos, atenção e cuidado à saúde da população LGBT, a fim de evitar que o preconceito e a discriminações impliquem em comprometimento na qualidade de vida dessas pessoas.

CONQUISTAS –   Ao longo dos últimos anos, um dos avanços de maior destaque foi a inclusão dos campos nome social, orientação sexual e identidade de gênero na Ficha de Notificação de Violência no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), o que auxilia a gestão com informações para qualificar o planejamento de ações para essa população. 
Outros avanços são a inclusão do nome social no Cartão SUS, a criação de comitês técnicos consultivos de assessoramento à execução do Plano Operativo da Política Nacional de Saúde Integral LGBT e a inserção de campo para preenchimento da violência motivada por homofobia/lesbofobia/transfobia, também no SINAN.

Na área de formação, destaque para o Curso sobre a Política Nacional de Saúde Integral LGBT.  Fruto de uma parceria entre o Departamento de Apoio à Gestão Participativa da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (DAGEP/SGEP), a Universidade Aberta de SUS (UNA-SUS) e Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), o curso já é um dos mais procurados entre os ofertados pelo UNASUS, com mais de 15 mil inscritos. Disponível gratuitamente em plataforma de ensino à distância, o curso é voltado para profissionais de saúde e gestores do SUS, mas também está aberto a qualquer pessoa interessada no tema. Informações e inscrições pelo site.

EVENTO  – Para marcar o Dia da Visibilidade Lésbica 2016, hoje acontece na Faculdade de Saúde da Universidade de Brasília (FS/UnB) o debate ‘Saúde das Mulheres Lésbicas’. O evento é promovido pelo Observatório Nacional de Saúde LGBT, vinculado ao Núcleo de Estudo em Saúde Pública da UnB e que conta com a parceria do Ministério da Saúde, por meio do DAGEP.  O evento é gratuito e está marcado para começar às 19 horas.


Fonte: Blog da Saúde

terça-feira, 23 de agosto de 2016

RAP da Saúde

Na tarde de ontem (23/08) aconteceu em nosso auditório um encontro do curso introdutório para o RAP da Saúde (Rede de Adolescentes e Jovens promotores da Saúde). O objetivo foi apresentar temas de saúde, prioritários na área programática 2.1, para os adolescentes deste programa a fim de que possam dialogar com outros jovens sobre estes temas. Os responsáveis por esta atividade foram os apoiadores do RAP da Saúde na CAP 2.1: Camila Desterro, Camila Coelho, Mônica Alegre e Sebástian Freire.






segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Grupo de Artesanato

Segundas e terças-feiras são dias de artesanato no CMS Manoel José Ferreira, e nesta semana não foi diferente. Os grupos da assistente social da unidade, Lúcia Sessa, se reuniram nestes dias (22 e 23/08) para o desenvolvimento de trabalhos manuais, sempre em nossa sala de reuniões.




Fonte: Otics Catete

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Treinamento Medicine One

Na última sexta-feira (19/08) aconteceu em nosso laboratório de informática mais um treinamento no prontuário eletrônico Medicine One. Desta vez os agentes comunitários de saúde de unidades básicas da AP 1.0 tiveram a oportunidade de realizar esta capacitação.





Palestra de Saúde Bucal

Aconteceu em nosso auditório na manhã de hoje (19/08) a palestra de saúde bucal do CMS Manoel José Ferreira. Esta é a porta de entrada para o atendimento odontológico na unidade, pois a explanação da dentista visa esclarecer dúvidas, ensinar procedimentos de escovação e cuidado bucal e distribuir kits, tudo para um tratamento mais efetivo.


Fonte: Otics Catete 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Momento Teórico-prático: PRESF

Ocorreu na Estação OTICS AP 2.1 Copacabana, o momento teórico-prático da residência em enfermagem do Centro Municipal de Saúde João Barros Barreto. Os residentes foram orientados e simularam um atendimento com o público.





quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Marcação SISREG

Na manhã desta quarta-feira (17/08) a equipe da direção do CMS Manoel José Ferreira utilizou nosso laboratório de informática para otimizar o seu processo de marcação de consultas no sistema de regulação (SISREG).



Fonte: Otics Catete 

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Cartilha “Homens Gays e Bissexuais: Direitos, Saúde e Participação Social”

Já está disponível na versão digital a cartilha “Homens Gays e Bissexuais: Direitos, Saúde e Participação Social”. Elaborada pelo Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Apoio à Gestão Participativa da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (DAGEP/SGEP/MS), a publicação tem por objetivo destacar a importância da participação social na construção das políticas públicas, em especial da saúde, considerando as especificidades de homens gays e bissexuais.

Dividida em nove capítulos a cartilha aborda a participação social no Sistema Único de Saúde (SUS), com foco na atuação da sociedade civil na garantia do direito à saúde, incluindo depoimentos de representantes dos segmentos de homens gays e bissexuais. Aborda também as interfaces entre a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem e a Política Nacional de Saúde Integral LGBT e o direito de acesso à saúde, com respeito à diversidade.

A cartilha ‘Homens Gays e Bissexuais: Direitos, Saúde e Participação Social’ é a terceira publicação da série movimentos sociais, que inclui as cartilhas ‘Mulheres Lésbicas e Bissexuais: Direito, Saúde e Participação Social’ e ‘Tecendo a saúde de mulheres do campo, da floresta e das águas: direito e participação’ todas disponíveis no portal da Saúde.

Texto: Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP/MS)
Edição: Comunicação Interna/ASCOM/GM/MS

UNA-SUS/UFSC disponibiliza ferramenta que auxilia na elaboração de TCC

A Universidade Federal de Santa Catarina (UNA-SUS/UFSC), participante da Rede UNA-SUS, disponibilizou uma ferramenta para facilitar a produção e edição de Trabalhos de Conclusão de Curso de acordo com as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A iniciativa beneficia tanto alunos como orientadores, pois dinamiza o processo de correção e troca de informações. Ao total, mais de 4 mil estudantes já utilizam a ferramenta, desde junho.


 O acesso ao sistema é via plataforma Moodle - software livre, de apoio à aprendizagem – e para cada seção do TCC, é criada uma caixa de edição de texto que permite a interação entre aluno e orientador, com postagem do conteúdo pelo autor do trabalho e o envio de comentários, edição e aprovação ou não da seção por parte do professor.

Idealizada entre 2012 e 2015, a ferramenta foi lançada em junho desse ano, após a realização da etapa de testes. Além de facilitar a produção científica da UNA-SUS/UFSC, o sistema pode ser utilizado por qualquer instituição de ensino que tiver interesse, já que os códigos são livres. “Pensamos que todo o desenvolvimento tecnológico no âmbito do Sistema UNA-SUS deve ser aberto e livre para uso de todas as entidades de ensino”, explica o professor do Departamento de Saúde Pública da UFSC, Antonio Fernando Boing.

A ferramenta também possibilita o cadastro de referências de livros, capítulos de publicações, artigos, internet e legislações. Além disso, o aluno pode salvar seu trabalho como rascunho, comparar e restaurar versões e acompanhar a evolução do TCC.

Ao final, com todas as seções aprovadas pelo orientador, é gerado um documento em formato PDF com a versão final do trabalho, editado segundo as normas da ABNT, o que inclui ainda as referências bibliográficas.

Para fazer o download da ferramenta, acesse: http://projetounasus.ufsc.br/sistematcc/.

Fonte: SE/UNA-SUS, com informações da UNA-SUS/UFSC

Arte: divulgação UNA-SUS/UFSC

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